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CPMI do INSS pede indiciamento de mais de 200 pessoas e expõe suposto esquema bilionário

CPMI do INSS pede indiciamento de mais de 200 pessoas e expõe suposto esquema bilionário
O relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS revelou um dos maiores escândalos recentes envolvendo a Previdência Social no Brasil. O documento, apresentado pelo relator Alfredo Gaspar, pede o indiciamento de mais de 200 pessoas por envolvimento em um suposto esquema de descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas.
Entre os nomes citados está Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, além de ex-ministros de diferentes governos, como Carlos Lupi e José Carlos Oliveira. Também aparecem parlamentares, dirigentes do INSS, operadores financeiros e empresários.
De acordo com o relatório, o esquema envolvia cobranças indevidas realizadas por entidades associativas diretamente nos benefícios previdenciários, muitas vezes sem autorização dos segurados. A investigação aponta a existência de uma organização criminosa com ramificações políticas, administrativas e financeiras.
Um dos principais nomes apontados como operador do esquema é Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Já o banqueiro Daniel Vorcaro também foi incluído na lista, sob suspeita de participação em operações financeiras ligadas às fraudes.
Apesar da gravidade das acusações, o relatório ainda não é definitivo. O documento precisa ser votado pelos integrantes da comissão, que irão decidir se aprovam ou não os pedidos de indiciamento. A expectativa é que a votação ocorra até este sábado, em reunião que pode ser convocada de forma emergencial.
A CPMI foi criada em 2025 após investigações apontarem um possível esquema bilionário envolvendo descontos indevidos em aposentadorias. Ao longo de meses, a comissão ouviu testemunhas, analisou documentos e identificou falhas no sistema de controle do INSS.
A sessão desta sexta-feira foi marcada por tensão e troca de acusações entre parlamentares, refletindo o clima político em torno do caso. O relatório final tem cerca de 4.400 páginas e reúne os principais achados da investigação.
Com informações do G1
Por João Polippo – jn24h.com
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