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Garotas de programa igualadas ao mercado: ISS pode mudar regras do jogo em busca de mais justiça

Garotas de programa igualadas ao mercado: ISS pode mudar regras do jogo em busca de mais justiça

No Brasil, o trabalho sexual exercido entre adultos não é crime. Porém, diferentemente de outras atividades profissionais, ainda não existe uma regulamentação específica que estabeleça direitos, deveres e formas claras de tributação. Esse vazio legal mantém milhares de profissionais na informalidade, mesmo com a ocupação reconhecida oficialmente desde 2002 pela Classificação Brasileira de Ocupações.

📊 O debate ganha força diante da possibilidade de cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS), tributo municipal aplicado à prestação de serviços. Em tese, qualquer atividade considerada serviço pode ser tributada, desde que esteja prevista ou seja interpretada como similar na legislação tributária dos municípios.

⚖️ A eventual inclusão de profissionais do sexo como contribuintes formais do ISS levanta uma discussão ampla: seria um avanço rumo à igualdade econômica ou apenas mais uma cobrança sobre uma categoria que ainda não possui proteção trabalhista definida?

❓ Especialistas apontam que a tributação poderia abrir portas para benefícios como acesso à previdência social, crédito bancário e maior reconhecimento profissional. Por outro lado, sem regulamentação nacional clara, existe o risco de aumento da vulnerabilidade fiscal, exposição e insegurança jurídica.

🧠 O centro do debate está no equilíbrio entre arrecadação e direitos. Regulamentar e tributar pode significar inclusão econômica e visibilidade institucional, mas também exige garantias mínimas de proteção social para evitar que a formalização resulte apenas em novas obrigações sem contrapartidas.

A discussão segue presente em pautas ligadas à política fiscal e aos direitos trabalhistas, colocando em evidência um tema sensível que mistura economia, legislação e realidade social brasileira.

#ISS #ProfissionaisDoSexo #Tributação #DireitosTrabalhistas

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